Quem visita o Meio-Oeste de Santa Catarina encontra muito mais do que belas paisagens, pequenas cidades e a tranquilidade do interior. A região também reserva lugares perfeitos para passar o dia em família, descansar e aproveitar bons momentos de lazer.

Entre esses destinos está o Termas Leonense, parque de águas termais localizado na comunidade da Barra do Leão, interior de Campos Novos (SC).

Embora pertença ao município de Campos Novos, o parque está muito mais próximo de Capinzal. Por isso, é uma alternativa interessante para quem está conhecendo os atrativos turísticos dessa região do Meio-Oeste catarinense.

Além disso, uma visita ao Termas Leonense pode ser facilmente combinada com outros passeios por Capinzal, Ouro e Lacerdópolis. Dessa forma, quem vem de mais longe pode transformar um simples dia de passeio em um fim de semana completo pela região.

Onde fica o Termas Leonense?

O Termas Leonense fica na comunidade da Barra do Leão, em Campos Novos, com acesso pela região de Capinzal.

Segundo informações divulgadas pelo próprio parque, a distância a partir de Capinzal é de aproximadamente 10 quilômetros.

Justamente por essa localização, o Termas Leonense se tornou uma opção de lazer para moradores e visitantes de Capinzal, Ouro, Lacerdópolis, Joaçaba e outros municípios próximos.

Além disso, sua localização permite combinar diferentes experiências durante a viagem. Enquanto um dia pode ser dedicado às piscinas e às águas termais, os demais podem incluir gastronomia, turismo rural, pesca, natureza e descanso.

Portanto, para quem deseja conhecer melhor o Meio-Oeste catarinense, vale pensar no Termas Leonense não apenas como um passeio isolado, mas como parte de um roteiro pela região.

Uma história que começou com um sonho

A história do Termas Leonense tem uma ligação muito forte com a própria comunidade da Barra do Leão.

Décadas atrás, um poço artesiano utilizado para abastecimento dos moradores já dava indícios das características da água existente no subsolo da região.

Mais tarde, Sérgio Coronetti decidiu transformar uma antiga ideia em realidade. Assim, em julho de 2005, começaram os trabalhos para a perfuração de um novo poço.

A aproximadamente 310 metros de profundidade, foi encontrada água que, segundo o histórico divulgado pelo empreendimento, jorrava naturalmente a uma temperatura próxima dos 32°C, com vazão estimada em 60 mil litros por hora.

A partir daquele momento, começava uma nova história para a Barra do Leão.

Poucos meses depois, em 4 de fevereiro de 2006, foi inaugurada a primeira parte do complexo. Desde então, o empreendimento cresceu e, ao mesmo tempo, ajudou a tornar a comunidade conhecida como destino de lazer e turismo no Meio-Oeste de Santa Catarina.

Águas termais no interior de Santa Catarina

Naturalmente, as águas são as grandes protagonistas de uma visita ao Termas Leonense.

O complexo oferece diferentes piscinas destinadas a adultos e crianças. Além disso, há opções cobertas, piscina infantil, toboáguas e espaço com hidromassagem.

De acordo com informações divulgadas pelo parque, algumas piscinas cobertas trabalham com temperaturas próximas dos 37°C, enquanto outras áreas apresentam temperaturas diferentes.

Por isso, a experiência não fica restrita somente aos dias mais quentes do verão.

Pelo contrário: quando as temperaturas diminuem, as águas aquecidas proporcionam uma experiência diferente. Afinal, entrar em uma piscina de água quente enquanto o clima está mais fresco é justamente um dos atrativos de um destino de águas termais.

Dessa maneira, o Termas Leonense em Campos Novos pode entrar no roteiro em diferentes períodos do ano.

Um passeio para aproveitar em família

Outro ponto interessante do Termas Leonense é a possibilidade de aproveitar o dia sem pressa.

A proposta é simples: chegar, escolher um espaço e curtir o momento.

Enquanto as crianças se divertem nas piscinas e nas estruturas destinadas aos pequenos, os adultos podem aproveitar as águas, descansar e compartilhar um dia diferente em família.

Além das piscinas, o complexo conta com estrutura de alimentação, incluindo restaurante e opções de lanches, porções e bebidas.

Da mesma forma, existe uma ampla área destinada ao camping, com estruturas de apoio para quem deseja permanecer por mais tempo no local.

Assim, seja para passar algumas horas ou aproveitar um dia inteiro, o visitante encontra diferentes possibilidades de lazer.

Termas Leonense no inverno: vale a pena?

Quando pensamos em parque aquático, normalmente imaginamos verão, sol e temperaturas elevadas.

No entanto, quando falamos em águas termais, essa lógica muda.

Como o Termas Leonense possui piscinas aquecidas e também opções cobertas, o parque pode ser uma alternativa para períodos de temperaturas mais amenas no Meio-Oeste catarinense.

Durante os dias frios, por exemplo, entrar em uma piscina de água quente cercada pelo clima do interior pode tornar o passeio ainda mais interessante.

Além disso, essa característica amplia as possibilidades para quem pretende viajar pela região fora da alta temporada de verão.

Ainda assim, antes de sair de casa, especialmente durante os meses mais frios, é importante consultar diretamente o parque para confirmar os dias e horários de funcionamento.

O que conhecer perto do Termas Leonense?

Uma visita ao Termas Leonense também pode ser o ponto de partida para conhecer outros lugares do Meio-Oeste de Santa Catarina.

Quem vem de outras regiões pode aproveitar a viagem para conhecer Capinzal, Ouro, Lacerdópolis, Joaçaba e outros municípios próximos.

Lacerdópolis, por exemplo, preserva muito da tranquilidade das pequenas cidades catarinenses. Além disso, oferece experiências relacionadas à natureza, gastronomia, produção colonial, pesca e turismo rural.

Consequentemente, quem reserva mais de um dia para a viagem consegue montar um roteiro bastante diversificado.

Em vez de simplesmente passar pelas cidades, vale diminuir o ritmo, conhecer os pequenos lugares, conversar com as pessoas e descobrir experiências que muitas vezes ficam fora dos roteiros turísticos mais tradicionais.

Afinal, boa parte do encanto do interior está justamente nesses detalhes.

Combine águas termais e natureza no mesmo roteiro

Uma boa viagem não precisa ser feita de uma única experiência.

Por isso, uma opção interessante é combinar o Termas Leonense com uma hospedagem em meio à natureza.

Em um dia, piscinas, toboáguas e águas termais.

No outro, café da manhã sem pressa, caminhada pelo interior, pesca, contato com a natureza e aquele silêncio que dificilmente encontramos na rotina das cidades.

Dessa forma, quem pretende visitar o Termas Leonense e os atrativos próximos a Capinzal e Lacerdópolis consegue montar um roteiro diferente pelo Meio-Oeste catarinense.

Além de aproveitar melhor o deslocamento, permanecer mais tempo permite conhecer a região de outra maneira.

Refúgio Entre Rios: descanso e natureza para completar o roteiro

Localizado em Lacerdópolis (SC), o Refúgio Entre Rios nasceu com a proposta de proporcionar tranquilidade, privacidade e contato com a natureza.

Por aqui, o ritmo é diferente.

É possível acordar sem pressa, preparar uma refeição em família, caminhar, pescar, observar a paisagem ou simplesmente sentar e aproveitar o silêncio do interior.

Por isso, para quem vem de outras cidades conhecer o Termas Leonense, o Refúgio Entre Rios pode ser uma opção para completar a experiência.

Você pode reservar um dia para aproveitar as águas termais da Barra do Leão e, depois, retornar para um ambiente tranquilo em meio à natureza.

No dia seguinte, ainda é possível conhecer Lacerdópolis e seus atrativos turísticos, aproveitar a pesca ou simplesmente permanecer no Refúgio descansando.

Assim, uma viagem que poderia durar apenas algumas horas se transforma em um fim de semana para realmente aproveitar o Meio-Oeste catarinense.

Um roteiro para desacelerar no Meio-Oeste catarinense

Viajar pelo interior também significa descobrir que nem sempre precisamos percorrer grandes distâncias para encontrar boas experiências.

Às vezes, os lugares que procuramos estão muito mais perto do que imaginamos.

Por isso, combinar Termas Leonense, Capinzal, Lacerdópolis e Refúgio Entre Rios pode ser uma ótima maneira de conhecer diferentes características da nossa região.

De um lado, águas termais e diversão.

Do outro, natureza, pesca, tranquilidade e descanso.

No meio disso tudo, pequenas cidades, gastronomia e o jeito acolhedor do interior catarinense.

Antes de visitar o Termas Leonense

Antes de organizar o passeio, lembre-se de que horários de funcionamento, valores dos ingressos e regras do parque podem sofrer alterações conforme a época do ano.

Portanto, consulte os canais oficiais do Termas Leonense antes da viagem.

Além disso, se a ideia for permanecer alguns dias na região, aproveite para planejar outros passeios pelo interior de Lacerdópolis e municípios próximos.

Termas Leonense + Refúgio Entre Rios: duas experiências diferentes que podem fazer parte do mesmo roteiro pelo Meio-Oeste de Santa Catarina.

Quer transformar o passeio em um fim de semana completo?

Hospede-se no Refúgio Entre Rios, em Lacerdópolis, aproveite a tranquilidade do interior e descubra outros atrativos da nossa região.

Consulte as datas disponíveis e faça sua reserva no Refúgio Entre Rios.

Porque, muitas vezes, os melhores destinos estão mais perto do que imaginamos.

Roteiro em Lacerdópolis para conhecer em 1 ou 2 dias

Se você está planejando uma viagem pelo Meio-Oeste de Santa Catarina e procura um roteiro em Lacerdópolis, prepare-se para encontrar um destino onde a experiência acontece em um ritmo diferente.

Em vez de grandes atrações e lugares movimentados, Lacerdópolis oferece paisagens rurais, pequenas propriedades, gastronomia colonial, pesca, vinhos, trilhas, história e contato com a natureza.

Por isso, uma das melhores formas de conhecer o município é justamente evitar a pressa.

Neste guia, preparamos duas sugestões: um roteiro de 1 dia em Lacerdópolis, para quem possui pouco tempo, e um roteiro de 2 dias, para quem deseja aproveitar a região com mais tranquilidade.

Os horários são apenas sugestões. Além disso, como alguns atrativos são propriedades familiares e empreendimentos rurais, recomendamos confirmar previamente horários, condições de visitação e necessidade de agendamento.

Antes de começar: conheça o Caminho Encantos de Lacerdópolis

Boa parte dos lugares apresentados neste roteiro está relacionada ao Caminho Encantos de Lacerdópolis, iniciativa que reúne experiências de turismo rural, gastronomia, pesca, cultura, história e natureza no município.

Entre os empreendimentos apresentados no lançamento oficial da rota estão Cantina Prando, Casa Colonial São Roque, Frigorífico D’Agostini – Casa do Torresmo, Hotel e Restaurante do Tinho, J&C Pesqueiro, Morro do Céu, Museu Memórias da Terra, Pesque Pague Cascata, Pesque Pague Pilati e Sítio Penso.

Antes de viajar, vale conhecer nossa matéria completa sobre o Caminho Encantos de Lacerdópolis. Assim, você poderá escolher as experiências que mais combinam com seu perfil.


Roteiro de 1 dia em Lacerdópolis

Se você dispõe de apenas um dia, não recomendamos tentar visitar todos os atrativos.

A melhor experiência será combinar natureza + cultura + gastronomia + contemplação.

8h30 – Comece o dia com tranquilidade

Se estiver hospedado no Refúgio Entre Rios, aproveite o começo da manhã sem pressa.

Um bom café da manhã, alguns minutos observando a natureza e uma caminhada curta são maneiras de começar o passeio no mesmo ritmo que caracteriza o interior.

A ideia é sair por volta das 9h para iniciar o roteiro.

9h00 – Sítio Penso

A primeira parada sugerida é o Sítio Penso.

O atrativo reúne elementos de natureza e memória rural, incluindo caminhada, cachoeira e espaços relacionados à história da propriedade.

Reserve aproximadamente 1h30 a 2 horas para a experiência.

Para quem gosta de fotografia, natureza e história, vale fazer a visita com calma.

Tempo sugerido: 9h às 11h.

11h15 – Cantina Prando

Depois da natureza, nossa sugestão é conhecer um pouco da tradição italiana presente na região.

Na Cantina Prando, uvas, vinhos e outros produtos derivados ajudam a contar parte dessa história.

Durante a época da uva, a experiência pode ganhar características diferentes devido à própria sazonalidade da produção.

Tempo sugerido: 11h15 às 12h.

12h15 – Hora de experimentar os sabores de Lacerdópolis

Para o almoço, existem diferentes possibilidades.

Quem deseja combinar alimentação e pesca pode verificar o funcionamento do Pesque Pague Cascata ou do Pesque Pague Pilati.

Outra alternativa é consultar restaurantes da cidade antes da viagem.

O mais importante é reservar pelo menos 1h30 para o almoço. Afinal, estamos falando de um roteiro pelo interior, onde a proposta é justamente desacelerar.

Tempo sugerido: 12h15 às 13h45.

14h00 – Museu Memórias da Terra

Depois do almoço, siga para uma experiência cultural.

O Museu Memórias da Terra preserva objetos e elementos relacionados ao cotidiano das famílias da região.

Ferramentas, utensílios e peças antigas ajudam a compreender como diferentes gerações viveram e trabalharam no interior.

É uma parada especialmente interessante para quem viaja com crianças e adolescentes, pois permite mostrar objetos que fizeram parte da rotina de seus avós e bisavós.

Tempo sugerido: 14h às 15h15.

15h30 – Produtos coloniais e sabores locais

Depois do museu, reserve um período para conhecer produtos da região.

A Casa Colonial São Roque é uma das possibilidades, com produtos relacionados à tradição gastronômica do interior.

Dependendo da disponibilidade e do agendamento, essa parada pode se transformar em uma experiência de café colonial.

Outra possibilidade é conhecer produtos relacionados ao Frigorífico D’Agostini – Casa do Torresmo, reforçando a conexão entre turismo e gastronomia regional.

Tempo sugerido: 15h30 às 16h30.

16h45 – Termine o passeio contemplando Lacerdópolis

Para encerrar o roteiro, nossa escolha é o Morro do Céu.

A proposta aqui muda completamente.

Não há necessidade de correr.

Caminhe, observe a paisagem e espere o final da tarde.

O portal turístico municipal apresenta o local como uma experiência ligada à contemplação e caminhadas, tornando-o especialmente interessante para finalizar o dia.

Tempo sugerido: 16h45 até próximo ao pôr do sol.

Depois, retorne para sua hospedagem e encerre o dia com tranquilidade.


Roteiro de 2 dias em Lacerdópolis

Se você puder permanecer dois dias em Lacerdópolis, a experiência fica ainda melhor.

Nesse caso, recomendamos separar os passeios por temas.

DIA 1 — História, cultura e gastronomia

O primeiro dia será dedicado a conhecer as pessoas, os sabores e algumas das histórias que ajudaram a formar Lacerdópolis.

9h00 – Museu Memórias da Terra

Comece pela história.

Visitar o museu logo no início ajuda a compreender melhor vários elementos que você encontrará posteriormente: agricultura, objetos antigos, costumes e o modo de vida das famílias do interior.

Tempo sugerido: 9h às 10h15.

10h30 – Cantina Prando

Depois, siga para a Cantina Prando.

A influência italiana está presente na formação histórica de Lacerdópolis, e a produção de uvas e vinhos representa uma maneira saborosa de conhecer essa herança.

Tempo sugerido: 10h30 às 11h45.

12h00 – Almoço

Reserve o período entre 12h e 14h para almoçar.

Para famílias, um estabelecimento que reúna alimentação e área de lazer pode ser particularmente interessante.

Já casais podem optar por uma experiência mais tranquila e prolongar o almoço antes do passeio da tarde.

14h00 – Casa Colonial São Roque

A próxima parada é dedicada aos sabores do interior.

Pães, bolos, bolachas e outros produtos coloniais ajudam a preservar receitas e tradições familiares.

Caso queira uma experiência específica, como café colonial, consulte previamente a necessidade de agendamento.

Tempo sugerido: 14h às 15h30.

15h45 – Produtos e gastronomia regional

Se houver disponibilidade, aproveite para conhecer outros produtos locais.

O Frigorífico D’Agostini – Casa do Torresmo representa outro lado da gastronomia regional, especialmente ligado à tradição da produção de derivados suínos.

Essa diversidade ajuda a mostrar que a gastronomia de Lacerdópolis vai muito além de uma refeição: ela também conta a história econômica e cultural das famílias.

17h00 – Morro do Céu

Encerre o primeiro dia no Morro do Céu.

Chegar antes do pôr do sol permite caminhar, observar a paisagem e escolher um bom lugar para simplesmente contemplar.

Para casais, essa talvez seja uma das paradas mais interessantes de todo o roteiro.

Depois disso, retorne ao Refúgio.


DIA 2 — Natureza, pesca e vida no interior

Depois de um primeiro dia voltado à história e à gastronomia, o segundo será dedicado principalmente ao contato com a natureza.

8h30 – Manhã no Refúgio

Não tenha pressa para sair.

Se estiver hospedado no Refúgio Entre Rios, aproveite a manhã para caminhar pela propriedade e observar o ambiente rural.

Depois do café, prepare-se para o passeio.

9h30 – Sítio Penso

Reserve uma parte maior da manhã para o Sítio Penso.

A combinação de trilha, natureza, cachoeira e memória rural faz dessa uma experiência que merece mais tempo.

Em um roteiro de dois dias, você não precisa olhar constantemente para o relógio.

Tempo sugerido: 9h30 às 11h45.

12h00 – Almoço e pesca

Aqui temos algumas alternativas.

O Pesque Pague Cascata pode combinar pesca e gastronomia, enquanto o Pesque Pague Pilati é outra possibilidade para famílias.

Já quem possui maior interesse especificamente pela pesca esportiva pode considerar o J&C Pesqueiro.

Como funcionamento e atividades podem variar, principalmente em estabelecimentos rurais, confirme diretamente com o local antes da visita.

Tempo sugerido: 12h às 15h.

15h30 – Escolha sua experiência

Agora, em vez de determinar mais uma parada obrigatória, recomendamos escolher de acordo com seu perfil.

Para famílias com crianças: prolongue a experiência em um pesque-pague ou procure atividades que ofereçam estrutura para os pequenos.

Para casais: faça uma visita gastronômica, conheça produtos locais ou simplesmente volte mais cedo para aproveitar a hospedagem.

Para quem gosta de pesca: dedique a tarde ao J&C Pesqueiro ou a outro espaço do roteiro.

Para quem procura natureza: retorne com calma pelas estradas rurais, fazendo da própria paisagem parte do passeio.

Essa flexibilidade é importante porque um roteiro de viagem deve orientar — e não transformar férias em uma agenda de compromissos.

17h00 – Volte para o Refúgio e continue a experiência

Existe uma razão para sugerirmos o retorno antes de anoitecer.

O passeio não precisa terminar quando você volta para a hospedagem.

No Refúgio Entre Rios, o hóspede ainda pode aproveitar o lago, caminhar pela propriedade, descansar no chalé ou simplesmente observar o final da tarde.

A proposta é fazer com que a hospedagem também seja parte do roteiro.


Qual roteiro escolher?

Se você tem apenas um dia, priorize:

Sítio Penso → Cantina Prando → almoço → Museu Memórias da Terra → produtos coloniais → Morro do Céu.

Essa combinação proporciona uma visão bastante completa de Lacerdópolis.

Se você possui dois dias, recomendamos:

Dia 1: Museu → Cantina → gastronomia → produtos coloniais → Morro do Céu.

Dia 2: Sítio Penso → almoço → pesca → natureza → Refúgio Entre Rios.

Assim, os deslocamentos deixam de ser o centro da programação e você ganha mais tempo para aproveitar cada experiência.

Roteiro para casal em Lacerdópolis

Para uma viagem a dois, priorize experiências mais tranquilas.

Cantina Prando, gastronomia colonial, paisagens rurais e Morro do Céu formam uma excelente combinação.

Depois, reserve parte do dia para simplesmente aproveitar a hospedagem.

Um roteiro romântico não precisa ter muitas atrações. Frequentemente, ter tempo disponível é justamente o que torna a experiência especial.

Roteiro para famílias com crianças

Para famílias, recomendamos alternar atividades culturais com experiências mais dinâmicas.

Museu Memórias da Terra, Sítio Penso e os espaços relacionados à pesca podem proporcionar essa variedade.

Além disso, permitir que as crianças tenham contato com a natureza, pequenos animais, água, agricultura e pesca pode transformar a viagem em uma experiência educativa.

Roteiro para quem gosta de gastronomia

Se comida e produtos regionais são prioridade, organize sua programação em torno da Cantina Prando, Casa Colonial São Roque, produtos artesanais e estabelecimentos gastronômicos locais.

Aproveite também para comprar produtos e levar um pouco dos sabores de Lacerdópolis para casa.

Roteiro para quem procura natureza e tranquilidade

Nesse caso, faça menos.

Sítio Penso pela manhã, almoço tranquilo e Morro do Céu no final da tarde já podem preencher um excelente dia.

Complete a experiência com tempo no Refúgio Entre Rios, caminhada e contato com a natureza.

Essa talvez seja a melhor forma de compreender a proposta turística de Lacerdópolis.

Quanto tempo leva para conhecer Lacerdópolis?

É possível conhecer alguns dos principais atrativos em um dia.

Entretanto, recomendamos permanecer pelo menos duas noites na região para aproveitar os passeios sem transformar a viagem em uma sequência de deslocamentos.

Além disso, uma estadia maior permite incluir destinos próximos, como Ouro, Capinzal, Piratuba e Treze Tílias, dependendo da programação.

Preciso reservar os passeios antecipadamente?

Recomendamos entrar em contato previamente com os estabelecimentos.

Boa parte das experiências está ligada a propriedades familiares, pequenos produtores e empreendimentos rurais. Portanto, horários podem variar e algumas atividades podem exigir agendamento.

Essa confirmação é especialmente importante para cafés, refeições, visitas guiadas e experiências realizadas fora dos horários convencionais.

Onde se hospedar para conhecer Lacerdópolis?

Uma possibilidade é transformar a própria hospedagem em parte da viagem.

O Refúgio Entre Rios, localizado na área rural de Lacerdópolis, permite combinar os passeios pelo município com uma experiência de contato com a natureza.

No Refúgio, o hóspede encontra possibilidades como caminhada pela mata, pesca no lago, banho de riacho no verão e momentos de contemplação e descanso.

Além disso, por estar no interior, a hospedagem combina naturalmente com a proposta do roteiro.

Você sai para descobrir Lacerdópolis durante o dia e retorna para a tranquilidade do campo no final da tarde.

Perguntas frequentes sobre roteiro em Lacerdópolis

O que conhecer em Lacerdópolis em um dia?

Para uma primeira visita, recomendamos combinar Sítio Penso, Cantina Prando, Museu Memórias da Terra, gastronomia colonial e Morro do Céu.

Dois dias são suficientes para conhecer Lacerdópolis?

Sim. Dois dias permitem dividir os passeios entre cultura e gastronomia no primeiro dia e natureza e pesca no segundo, deixando a programação mais tranquila.

Lacerdópolis é um bom destino para casais?

Sim. Turismo rural, vinhos, gastronomia, natureza, paisagens e hospedagens no interior tornam a região interessante para viagens a dois.

O que fazer em Lacerdópolis com crianças?

Famílias podem combinar natureza, pesca, museus, propriedades rurais e experiências gastronômicas. Verifique previamente as condições de cada atrativo para crianças.

Qual é a melhor época para conhecer Lacerdópolis?

O município pode ser visitado durante todo o ano. Entretanto, cada estação oferece experiências diferentes. No verão, atividades ao ar livre ganham destaque; períodos de produção da uva podem valorizar as experiências ligadas às cantinas; e os meses mais frios combinam especialmente com gastronomia e hospedagens rurais.

Mais do que cumprir um roteiro, viva Lacerdópolis

Um bom roteiro em Lacerdópolis não deve ser medido pela quantidade de lugares visitados.

Ele deve ser medido pelas experiências que você leva para casa.

Talvez seja o sabor de um produto colonial.

Uma conversa com uma família que vive no interior.

Uma fotografia do pôr do sol.

Uma criança segurando uma vara de pesca pela primeira vez.

O som da água durante uma caminhada.

Ou simplesmente algumas horas sem notificações, trânsito e compromissos.

Lacerdópolis convida justamente a isso: diminuir o ritmo para perceber melhor cada lugar.

Por isso, escolha seu roteiro, organize sua viagem e deixe também alguns espaços vazios na programação.

Às vezes, são justamente esses momentos que se transformam nas melhores lembranças.

Oque fazer em Lacerdópolis

Conhecer uma cidade vai muito além de visitar seus pontos turísticos. Significa experimentar seus sabores, ouvir suas histórias, conhecer quem vive ali e descobrir paisagens que ajudam a explicar a identidade daquele lugar.

É justamente essa a proposta do Caminho Encantos de Lacerdópolis, roteiro turístico criado para valorizar a cultura, as propriedades rurais, a gastronomia, a natureza e os empreendedores do município de Lacerdópolis, no Meio-Oeste de Santa Catarina.

O roteiro nasceu de um trabalho de desenvolvimento do turismo local e foi lançado oficialmente em 25 de novembro de 2022, durante as comemorações dos 59 anos de Lacerdópolis. A iniciativa foi desenvolvida com participação do município, empreendedores locais, Conselho Municipal

de Turismo e apoio do Sebrae.

Mais do que reunir lugares para visitar, o Caminho Encantos de Lacerdópolis apresenta diferentes maneiras de viver o interior catarinense.

São experiências relacionadas à colonização italiana, gastronomia, vinhos, produtos coloniais, pesca, trilhas, museus, história, contemplação e turismo rural.

Para quem está hospedado no Refúgio Entre Rios, o roteiro também representa uma oportunidade de transformar alguns dias de descanso em uma verdadeira viagem pela cultura e pelas paisagens de Lacerdópolis.

Como surgiu o Caminho Encantos de Lacerdópolis?

O desenvolvimento do roteiro não aconteceu de uma hora para outra.

Segundo informações divulgadas durante seu lançamento oficial, foram aproximadamente quatro anos de trabalho voltado ao desenvolvimento turístico de Lacerdópolis. O projeto envolveu planejamento, organização dos empreendedores, poder público, Conselho Municipal de Turismo e Sebrae.

O resultado foi a criação de uma rota capaz de apresentar características que já faziam parte da identidade local, mas que passaram a ser organizadas como experiências turísticas.

Além disso, Lacerdópolis integra o Mapa Nacional do Turismo, fortalecendo a organização do município como destino turístico.

A própria sinalização implantada para o Caminho mostra bem sua diversidade: nela aparecem indicações para pesqueiro, pesque-pague, produtos coloniais, museu e gruta, cantina de uvas e vinhos, parque de contemplação e sítio com trilha e café.

O que encontrar no Caminho Encantos de Lacerdópolis?

Um dos pontos fortes da rota é justamente não oferecer apenas um tipo de turismo.

O visitante pode começar o dia conhecendo uma propriedade rural, visitar um museu, experimentar produtos coloniais, descobrir uma cantina, pescar e, posteriormente, contemplar o pôr do sol.

Conheça alguns dos empreendimentos e experiências que ajudaram a formar o Caminho Encantos de Lacerdópolis.

Sítio Penso: trilha, café, natureza e memória

O Sítio Penso representa muito bem a combinação entre turismo rural, natureza e preservação da história.

Quando a rota foi lançada oficialmente, o empreendimento foi apresentado como Sítio Penso – Trilha, Café e Museu Serraria, sob responsabilidade de Clair Penso e Jairo Manarov.

A experiência permite aproximar o visitante da paisagem rural e das memórias de uma época em que pequenas propriedades, serrarias, moinhos e outras atividades ajudavam a movimentar as comunidades do interior.

Por isso, é uma parada especialmente interessante para quem procura natureza, caminhada e história rural em Lacerdópolis.

Cantina Prando: uvas, vinhos e tradição italiana

A presença da cultura italiana é uma característica importante da formação de Lacerdópolis. O próprio portal turístico municipal destaca a origem italiana da colonização e a tradição de produtos coloniais na cidade e no interior.

Nesse contexto aparece a Cantina Prando, empreendimento de Cleide e Amarildo Prando incluído no lançamento oficial do Caminho Encantos de Lacerdópolis.

Uvas, vinhos e produtos derivados ajudam a contar uma história que ultrapassa a gastronomia.

As pequenas cantinas fazem parte da memória de muitas famílias de origem italiana que se estabeleceram no Sul do Brasil. Inclusive, registros históricos do município lembram que, à medida que as primeiras comunidades se desenvolveram, surgiram pequenas casas comerciais, moinhos coloniais e cantinas de vinho.

Visitar uma cantina familiar, portanto, também significa conhecer um pouco dessa herança.

Museu Memórias da Terra: objetos que ajudam a contar uma história

Conhecer o presente fica ainda mais interessante quando entendemos o passado.

O Museu Memórias da Terra, ligado a Amélia e Aldo Da Caz na formação original da rota, preserva elementos relacionados à vida das famílias e ao cotidiano rural.

O acervo reúne memórias representadas por utensílios domésticos, objetos antigos, ferramentas agrícolas e outros elementos utilizados por gerações anteriores. A propriedade também possui trabalhos em pedra e uma gruta relacionada à religiosidade local.

É uma parada especialmente indicada para quem gosta de história, cultura e turismo de memória.

Morro do Céu: um lugar para contemplar

Nem toda experiência turística precisa envolver movimento.

Algumas existem simplesmente para nos fazer parar.

O Morro do Céu, associado a Rosalino Prando na formação do Caminho Encantos de Lacerdópolis, representa o lado contemplativo do roteiro.

Na sinalização turística municipal, essa categoria aparece como parque de contemplação, mostrando a intenção de valorizar a paisagem e o contato com o ambiente rural.

É o tipo de lugar que combina com quem gosta de observar a natureza, fotografar e aproveitar o final da tarde com tranquilidade.

Pesca também faz parte do roteiro

A pesca é outra experiência fortemente presente no turismo de Lacerdópolis.

O Caminho Encantos nasceu contando com diferentes empreendimentos desse segmento, permitindo que famílias, pescadores e visitantes encontrem alternativas para passar algumas horas em contato com a água e a natureza.

Entre eles estão:

J&C Pesqueiro — empreendimento de Camila Ferrari e Juliano Leite incluído originalmente na rota.

Pesque Pague Cascata — representado por Olívia Muller e Rafael Pradella no lançamento do Caminho.

Pesque Pague Pilati — empreendimento de Stefânia e Alexsandro Pilati, também integrante da formação original do roteiro.

Além da pescaria, esses espaços ajudam a fortalecer uma característica muito presente no turismo do interior: passar algumas horas sem pressa, reunindo lazer, natureza e convivência.

Para famílias com crianças, a experiência também pode representar um primeiro contato dos pequenos com a pesca e com a vida rural.

Casa Colonial São Roque: sabores do interior

Outro elemento essencial do Caminho são os produtos coloniais.

A Casa Colonial São Roque, de Helaine Bussacro e Arlan Proner na formação original da rota, representa justamente essa ligação entre turismo e gastronomia.

Os produtos coloniais carregam consigo técnicas, receitas e costumes transmitidos entre gerações.

Pães, bolos, bolachas e outros alimentos preparados de maneira artesanal fazem parte da memória afetiva de muitas famílias do interior de Santa Catarina.

Por isso, conhecer uma casa colonial não significa simplesmente comprar alimentos. É também experimentar um pouco da cultura gastronômica da região.

Frigorífico D’Agostini – Casa do Torresmo

A tradição da produção de alimentos também aparece no Frigorífico D’Agostini – Casa do Torresmo, de Marceli e Marcelo D’Agostini, integrante do grupo de empreendedores apresentado no lançamento oficial da rota.

A produção de derivados de carne suína possui uma relação muito próxima com a história econômica e gastronômica do interior catarinense.

Isso é especialmente significativo em Lacerdópolis, onde a criação de suínos e aves continua tendo destaque na economia municipal.

Assim, produtos como torresmo e outros derivados também ajudam a contar a história da região por meio da gastronomia.

Hotel e Restaurante do Tinho

O Hotel e Restaurante do Tinho, de Roseli Salvador e Hamilton Debarba, também estava entre os empreendimentos integrantes do lançamento oficial do Caminho Encantos de Lacerdópolis.

A presença de estabelecimentos de alimentação e hospedagem complementa a estrutura turística e permite que o visitante permaneça mais tempo no município.

Mais do que conhecer um ponto isoladamente, a proposta da rota é justamente integrar diferentes serviços e experiências.

Cultura italiana presente no Caminho

Para compreender o Caminho Encantos de Lacerdópolis, também é importante conhecer um pouco da formação do município.

O desenvolvimento da região ganhou força com a construção da estrada de ferro entre São Paulo e Rio Grande do Sul. Posteriormente, chegaram famílias provenientes especialmente de Caxias do Sul e Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, muitas delas descendentes de imigrantes italianos.

Com essas famílias vieram hábitos que permaneceram na agricultura, na produção de alimentos, nas cantinas, na religiosidade e na vida comunitária.

Por isso, quando o turista experimenta um vinho artesanal, visita uma propriedade rural ou conhece objetos preservados em um museu, ele também está entrando em contato com fragmentos dessa história.

Mais do que lugares: pessoas que recebem pessoas

Talvez exista um detalhe particularmente importante no conceito do Caminho Encantos de Lacerdópolis.

Durante o lançamento oficial da rota, a hospitalidade foi apresentada como um dos elementos centrais da experiência turística local: além das atrações, destacou-se a alegria e o carisma em receber os visitantes.

Esse aspecto combina muito com o turismo rural.

Diferentemente de grandes destinos onde o visitante pode se tornar apenas mais uma pessoa em meio à multidão, nas pequenas propriedades é comum existir contato direto com quem produz, cozinha, cultiva ou preserva aquele espaço.

E essa conversa pode acabar se tornando uma das melhores lembranças da viagem.

Quanto tempo reservar para conhecer o Caminho Encantos de Lacerdópolis?

Embora seja possível conhecer alguns atrativos em apenas um dia, recomendamos reservar dois dias para aproveitar melhor a experiência.

Isso permite combinar diferentes propostas sem transformar o passeio em uma corrida contra o relógio.

Em um primeiro dia, por exemplo, é possível priorizar história, cultura, produtos coloniais e gastronomia.

Já no segundo, o visitante pode dedicar mais tempo à natureza, trilhas, contemplação e pesca.

Essa divisão também permite retornar ao Refúgio Entre Rios no final de cada dia e continuar aproveitando a tranquilidade do interior.

Antes de visitar, confirme horários e necessidade de agendamento

Como vários participantes do Caminho são pequenos empreendimentos e propriedades rurais, recomendamos verificar antecipadamente os dias e horários de funcionamento e a necessidade de reserva ou agendamento.

Isso é particularmente importante para experiências gastronômicas, cafés, visitas guiadas e atividades realizadas em propriedades familiares.

Além disso, alguns produtos e experiências podem variar conforme a estação do ano.

Na época da uva, por exemplo, uma cantina pode proporcionar uma experiência diferente daquela encontrada em outros períodos.

Essa sazonalidade não diminui o passeio. Pelo contrário: faz parte da autenticidade do turismo rural.

Caminho Encantos de Lacerdópolis e Refúgio Entre Rios

Para quem se hospeda no Refúgio Entre Rios, conhecer o Caminho Encantos de Lacerdópolis pode complementar a própria proposta da estadia.

Depois de acordar em meio à natureza, o visitante pode sair para conhecer propriedades rurais, experimentar produtos locais, descobrir histórias, visitar uma cantina ou pescar.

Posteriormente, retorna ao Refúgio para descansar, caminhar pela propriedade, aproveitar o lago ou simplesmente apreciar o silêncio.

Dessa maneira, a hospedagem deixa de ser apenas um lugar para dormir e passa a funcionar como uma base para descobrir Lacerdópolis e o Meio-Oeste Catarinense.

Perguntas frequentes sobre o Caminho Encantos de Lacerdópolis

O que é o Caminho Encantos de Lacerdópolis?

É um roteiro turístico que reúne experiências relacionadas à cultura, colonização italiana, gastronomia, produtos coloniais, museus, pesca, natureza, trilhas, contemplação, hospedagem e turismo rural de Lacerdópolis. A rota foi oficialmente lançada em novembro de 2022.

Quais lugares fazem parte do Caminho Encantos de Lacerdópolis?

No lançamento oficial da rota foram apresentados Cantina Prando, Casa Colonial São Roque, Frigorífico D’Agostini – Casa do Torresmo, Hotel e Restaurante do Tinho, J&C Pesqueiro, Morro do Céu, Museu Memórias da Terra, Pesque Pague Cascata, Pesque Pague Pilati e Sítio Penso.

Onde fica o Caminho Encantos de Lacerdópolis?

Os atrativos estão distribuídos entre a área urbana e comunidades rurais de Lacerdópolis, no Meio-Oeste de Santa Catarina.

É possível conhecer o roteiro em um dia?

Sim. Entretanto, para aproveitar as experiências com tranquilidade, recomendamos selecionar alguns pontos para um dia ou reservar dois dias para uma experiência mais completa.

Crianças podem aproveitar o roteiro?

Sim. Natureza, pesca, propriedades rurais e experiências culturais podem tornar o passeio interessante para famílias. É importante verificar diretamente com cada empreendimento as condições específicas de acesso e atividades.

É necessário agendamento?

Alguns estabelecimentos e experiências podem exigir agendamento. Por isso, é recomendável confirmar funcionamento e disponibilidade diretamente com cada local antes da visita.

Descubra os Encantos de Lacerdópolis

O Caminho Encantos de Lacerdópolis mostra que não é necessário viajar para grandes centros turísticos para encontrar experiências especiais.

Às vezes, elas estão em uma estrada do interior.

Em uma cantina familiar. Em um museu construído para preservar memórias. Em uma receita passada entre gerações. Em uma trilha. Em uma pescaria. Ou simplesmente diante de uma paisagem enquanto o sol desaparece atrás dos morros.

O roteiro transforma essas pequenas experiências em uma oportunidade de conhecer melhor Lacerdópolis e as pessoas que ajudaram a construir sua identidade.

E essa talvez seja a melhor maneira de conhecer o interior: não apenas passando por ele, mas vivendo um pouco de suas histórias, seus sabores e suas tradições.

Frei Crispim: Um Legado de Fé que Continua Vivo no Coração do Meio-Oeste Catarinense

Uma história que inspira gerações

Entre as inúmeras histórias que marcaram o desenvolvimento do Meio-Oeste Catarinense, poucas permanecem tão vivas quanto a de Frei Crispim.

Mesmo passadas mais de seis décadas de seu falecimento, sua missão continua inspirando milhares de pessoas que encontram, em sua trajetória, um exemplo de humildade, solidariedade, dedicação ao próximo e profunda fé cristã.

Sua ligação com a comunidade de Linha Sete, no município de Ouro (SC), transformou aquele pequeno distrito rural em um importante local de devoção, reflexão e turismo religioso em Santa Catarina.

Atualmente, todos os anos, milhares de fiéis visitam a comunidade para participar da tradicional Romaria de Frei Crispim, um dos mais importantes eventos religiosos da região.


Quem foi Frei Crispim?

Frei Crispim nasceu na comunidade de Vigorovéa, na Itália, em 12 de abril de 1899.

Seu nome de batismo era Leão Lourenço Baldo.

Mais tarde, ao ingressar na Ordem dos Frades Menores (Franciscanos), recebeu o nome religioso de Frei Crispim de Vigorovéa, tornando-se conhecido também como Frei Crispim de Ouro, devido ao profundo vínculo construído com a região do município de Ouro, em Santa Catarina.

Inspirado pelos ensinamentos de São Francisco de Assis, dedicou sua vida ao serviço das comunidades mais simples, levando conforto espiritual, esperança e acolhimento às famílias do interior.

Sua atuação sempre foi marcada pela simplicidade, pela proximidade com o povo e pelo compromisso em servir antes de ser servido.


A chegada ao Meio-Oeste Catarinense

Ao chegar ao interior catarinense, Frei Crispim encontrou uma região formada por pequenas comunidades agrícolas, compostas principalmente por descendentes de imigrantes italianos.

Naquela época, as dificuldades de deslocamento eram grandes.

Mesmo assim, percorreu quilômetros por estradas de terra para visitar famílias, celebrar missas, administrar sacramentos e acompanhar comunidades que, muitas vezes, permaneciam meses sem a presença de um sacerdote.

Essa dedicação fez com que rapidamente conquistasse o respeito e o carinho da população.


Linha Sete: o lugar onde nasceu um legado

Embora tenha atuado em diferentes comunidades da região, foi em Linha Sete, no município de Ouro, que Frei Crispim deixou uma das marcas mais profundas de sua missão.

Ali, tornou-se uma referência espiritual para agricultores, crianças, idosos e famílias inteiras.

Além das celebrações religiosas, era conhecido por visitar enfermos, aconselhar casais, incentivar a educação dos jovens e fortalecer os valores da solidariedade e da convivência comunitária.

Sua presença era sinônimo de acolhimento.

Por isso, até hoje seu nome permanece fortemente ligado à história da comunidade.


Uma vida dedicada ao próximo

Quem conheceu Frei Crispim costumava destacar sua humildade.

Mesmo sendo uma autoridade religiosa, preferia viver de forma simples.

Conversava com todos.

Visitava propriedades rurais.

Compartilhava refeições com as famílias.

Rezava junto às pessoas.

Levava conforto aos doentes.

E nunca fazia distinção entre ricos e pobres.

Essa postura fez com que seu legado ultrapassasse os limites da Igreja e passasse a integrar a própria identidade cultural da região.


Seu falecimento e o nascimento de uma devoção

No dia 22 de agosto de 1963, Frei Crispim faleceu no então distrito de Santa Lúcia, pertencente ao município de Ouro (SC).

Sua morte causou grande comoção entre os moradores de toda a região.

Entretanto, sua história não terminou naquele momento.

Pelo contrário.

Sua memória permaneceu viva nas famílias que conviveram com ele e nas gerações seguintes, tornando-se um símbolo de fé, esperança e dedicação ao próximo.


A Romaria de Frei Crispim

Todos os anos, a comunidade de Linha Sete recebe milhares de romeiros vindos de diversas cidades de Santa Catarina e também de estados vizinhos.

A Romaria de Frei Crispim tornou-se um importante momento de oração, agradecimento e renovação da fé.

Durante o evento, os participantes celebram missas, realizam momentos de espiritualidade, cumprem promessas, fazem peregrinações e prestam homenagens ao religioso que marcou profundamente a história da região.

Mais do que uma celebração religiosa, a romaria fortalece os laços comunitários, preserva a memória de Frei Crispim e mantém viva uma tradição que atravessa gerações.

Além disso, movimenta o turismo religioso no município de Ouro, contribuindo para valorizar a cultura e a história do Meio-Oeste Catarinense.


Linha Sete: um destino de espiritualidade e natureza

Quem visita Linha Sete encontra muito mais do que um local de romaria.

A comunidade preserva o clima tranquilo típico do interior, cercado por áreas verdes, propriedades rurais e belas paisagens.

É um lugar ideal para quem procura silêncio, contemplação e contato com a natureza.

Essa combinação entre patrimônio religioso e ambiente rural faz da comunidade um destino especial para visitantes durante todo o ano.


Conheça a região e hospede-se no Refúgio Entre Rios

A poucos minutos de Linha Sete está localizado o Refúgio Entre Rios, em Lacerdópolis.

Nossa hospedagem oferece a oportunidade de conhecer a história de Frei Crispim e, ao mesmo tempo, viver dias de descanso em meio à natureza.

Depois de visitar a comunidade, você poderá aproveitar:

Assim, sua viagem une cultura, fé, história e bem-estar em uma única experiência.


Perguntas Frequentes (FAQ)

Quem foi Frei Crispim?

Frei Crispim, nome religioso de Leão Lourenço Baldo, foi um frade franciscano nascido em 12 de abril de 1899, em Vigorovéa, Itália. Dedicou grande parte de sua vida às comunidades do Meio-Oeste Catarinense, especialmente em Ouro (SC).


Qual era o nome verdadeiro de Frei Crispim?

Seu nome de batismo era Leão Lourenço Baldo.


Quando Frei Crispim faleceu?

Frei Crispim faleceu em 22 de agosto de 1963, no então distrito de Santa Lúcia, município de Ouro, em Santa Catarina.


O que é a Romaria de Frei Crispim?

É uma celebração religiosa realizada anualmente em Linha Sete, reunindo milhares de romeiros para homenagear Frei Crispim por meio de missas, peregrinações, orações e momentos de espiritualidade.


Onde fica Linha Sete?

Linha Sete é uma comunidade rural do município de Ouro, no Meio-Oeste de Santa Catarina, próxima ao Refúgio Entre Rios, em Lacerdópolis.


Um legado que continua inspirando

Conhecer a história de Frei Crispim é compreender por que sua memória permanece tão presente no coração dos moradores do Meio-Oeste Catarinense.

Seu exemplo de humildade, serviço e amor ao próximo transformou vidas e continua inspirando milhares de pessoas que visitam Linha Sete todos os anos.

Se você deseja conhecer esse importante patrimônio religioso e cultural de Santa Catarina, aproveite para hospedar-se no Refúgio Entre Rios e descubra uma região onde história, espiritualidade e natureza convivem em perfeita harmonia.

Historia de LacerdópolisHistória de Lacerdópolis: Uma Cidade Nascida do Trabalho, da Fé e da União de seu Povo

Conheça a história da cidade que hoje abriga o Refúgio Entre Rios

No coração do Meio-Oeste Catarinense, cercada por rios, áreas verdes e comunidades rurais, encontra-se Lacerdópolis, um município que preserva a essência do interior de Santa Catarina.

Hoje conhecida pela tranquilidade, pela hospitalidade de sua população e pela qualidade de vida, a cidade possui uma história construída com muito trabalho, coragem e espírito comunitário.

Entretanto, para compreender a identidade de Lacerdópolis, é preciso voltar no tempo, quando as primeiras famílias chegaram à região em busca de uma nova oportunidade de vida.

Quem visita o município encontra muito mais do que belas paisagens. Encontra uma comunidade que preserva suas tradições, valoriza a agricultura familiar e mantém viva a cultura herdada dos primeiros colonizadores.


Antes da colonização: os primeiros habitantes

Muito antes da chegada dos imigrantes europeus, toda a região do Vale do Rio do Peixe era ocupada pelos povos indígenas Kaingang.

Esses povos utilizavam as matas, os rios e os campos para caça, pesca e coleta de alimentos, vivendo em equilíbrio com a natureza durante séculos.

Além disso, deixaram importantes contribuições culturais que fazem parte da história do Meio-Oeste Catarinense.

Posteriormente, com a expansão da colonização, novas comunidades passaram a ocupar essas terras férteis.


A chegada dos primeiros colonizadores

No início do século XX, famílias descendentes principalmente de italianos começaram a chegar ao atual território de Lacerdópolis.

Vindos, em sua maioria, da Serra Gaúcha, esses pioneiros encontraram terras férteis, abundância de água e excelentes condições para desenvolver a agricultura.

Assim, iniciaram o cultivo de milho, feijão, trigo, além da criação de animais, atividades que passaram a sustentar a economia local durante muitas décadas.

Ao mesmo tempo, construíram pequenas comunidades baseadas na colaboração entre vizinhos, na religiosidade e no trabalho familiar.

Esses valores permanecem presentes na cultura lacerdopolitana até os dias atuais.


A influência da Estrada de Ferro

Assim como ocorreu em diversas cidades do Vale do Rio do Peixe, a construção da Estrada de Ferro São Paulo – Rio Grande impulsionou o desenvolvimento econômico da região.

Embora Lacerdópolis não tenha surgido diretamente como uma estação ferroviária, a ferrovia facilitou o escoamento da produção agrícola e aproximou os produtores dos principais centros comerciais.

Como consequência, novas famílias chegaram ao município, fortalecendo ainda mais sua economia.


A origem do nome Lacerdópolis

O nome Lacerdópolis foi escolhido em homenagem ao ex-governador de Santa Catarina Jorge Lacerda, uma das figuras políticas mais importantes da história do Estado.

Após seu falecimento, a comunidade decidiu eternizar seu legado dando seu sobrenome ao novo município.

O sufixo “polis”, de origem grega, significa cidade.

Assim, Lacerdópolis pode ser interpretada como “Cidade de Lacerda”, uma homenagem àquele que teve importante participação no desenvolvimento catarinense.


A emancipação do município

Durante muitos anos, a comunidade pertenceu administrativamente ao município de Capinzal.

Entretanto, com o crescimento da população e da economia, surgiu o desejo de conquistar autonomia administrativa.

Esse objetivo foi alcançado em 11 de novembro de 1963, quando foi criada oficialmente a nova unidade municipal.

Poucos meses depois, em 3 de fevereiro de 1964, ocorreu a instalação oficial do município de Lacerdópolis.

A partir desse momento, iniciou-se uma nova etapa de desenvolvimento, marcada por investimentos em infraestrutura, educação, saúde e fortalecimento das comunidades rurais.


Agricultura: a base da economia

Desde sua origem, a agricultura ocupa posição de destaque na economia de Lacerdópolis.

Pequenas propriedades familiares produzem grãos, leite, carnes e diversos alimentos que movimentam a economia regional.

Além disso, o município tornou-se referência na produção agropecuária, contribuindo significativamente para o desenvolvimento do Meio-Oeste Catarinense.

Esse forte vínculo com o campo também ajudou a preservar tradições, costumes e uma forma de vida baseada na simplicidade e na valorização da família.


Lacerdópolis atualmente

Hoje, Lacerdópolis destaca-se pela excelente qualidade de vida, pela segurança e pelo forte espírito comunitário.

Embora seja uma cidade de pequeno porte, oferece infraestrutura, serviços públicos de qualidade e uma localização estratégica entre importantes destinos turísticos da região.

Além disso, está próxima de:

Essa localização privilegiada faz do município um excelente ponto de partida para conhecer o Meio-Oeste Catarinense.


O Refúgio Entre Rios e a essência de Lacerdópolis

Foi justamente nesse cenário de tranquilidade e natureza preservada que nasceu o Refúgio Entre Rios.

Mais do que uma hospedagem, o Refúgio representa a essência da cidade.

Aqui, o visitante encontra:

Assim, quem escolhe se hospedar no Refúgio também conhece um pouco da história e da cultura de Lacerdópolis.


Curiosidades sobre Lacerdópolis

A cidade homenageia um governador catarinense

O nome Lacerdópolis é uma homenagem ao ex-governador Jorge Lacerda.

A agricultura continua sendo uma das principais atividades econômicas

Mesmo com o crescimento do turismo regional, a agricultura familiar permanece como uma importante base econômica do município.

A cidade está localizada no Vale do Rio do Peixe

Essa região possui grande importância histórica para Santa Catarina, principalmente em razão da colonização e da Estrada de Ferro.

O Refúgio Entre Rios está localizado em Lacerdópolis

O município abriga uma das experiências de hospedagem mais exclusivas do Meio-Oeste Catarinense, unindo natureza, tranquilidade e turismo rural.


Perguntas Frequentes (FAQ)

Onde fica Lacerdópolis?

Lacerdópolis está localizada no Meio-Oeste de Santa Catarina, próxima aos municípios de Capinzal, Ouro, Piratuba, Joaçaba e Treze Tílias.


Quem fundou Lacerdópolis?

A cidade foi formada por famílias de imigrantes, principalmente descendentes de italianos, que chegaram à região no início do século XX.


Qual a origem do nome Lacerdópolis?

O município recebeu esse nome em homenagem ao ex-governador catarinense Jorge Lacerda.


Quando Lacerdópolis foi emancipada?

A emancipação ocorreu em 11 de novembro de 1963, com instalação oficial do município em 3 de fevereiro de 1964.


O que fazer em Lacerdópolis?

Além de conhecer a cidade, o visitante pode aproveitar o Refúgio Entre Rios, realizar trilhas, pescar em nosso lago, visitar as Termas da região e explorar diversos atrativos turísticos do Meio-Oeste Catarinense.


Descubra uma cidade que preserva suas raízes

Conhecer a História de Lacerdópolis é compreender como uma pequena comunidade agrícola transformou-se em uma cidade acolhedora, organizada e profundamente ligada à natureza.

Ao visitar a região, aproveite para conhecer o Refúgio Entre Rios, onde a tranquilidade do campo, a hospitalidade do interior e as experiências em meio à natureza tornam cada hospedagem inesquecível.

Aqui, história, cultura e bem-estar caminham lado a lado.

História de piratuba

Uma pequena cidade que conquistou o Brasil

Localizada no coração do Meio-Oeste Catarinense, Piratuba é hoje um dos destinos turísticos mais visitados de Santa Catarina. Famosa por suas águas termais, pela hospitalidade de seu povo e pelas belas paisagens do Vale do Rio do Peixe, a cidade recebe milhares de visitantes todos os anos.

Mas muito antes de se tornar referência em turismo, Piratuba era uma pequena comunidade formada por famílias de agricultores que buscavam construir uma nova vida no interior catarinense.

Conhecer a história de Piratuba é entender como trabalho, perseverança e uma descoberta inesperada transformaram completamente o destino da cidade.


Os primeiros habitantes da região

 

Muito antes da chegada dos colonizadores europeus, a região onde hoje está localizada Piratuba era ocupada pelos povos indígenas Kaingang, que utilizavam os rios, matas e campos para caça, pesca e coleta de alimentos.

Esses povos deixaram importantes contribuições para a história e para a identidade cultural do Meio-Oeste Catarinense.


A chegada da Estrada de Ferro

O verdadeiro desenvolvimento da região começou no início do século XX com a construção da Estrada de Ferro São Paulo – Rio Grande.

A ferrovia ligava importantes centros econômicos do Sul do Brasil e teve papel decisivo na ocupação do Vale do Rio do Peixe.

As estações ferroviárias deram origem a diversos povoados, facilitaram o transporte de pe

 

ssoas e mercadorias e estimularam a chegada de novas famílias à região.

Piratuba nasceu justamente ao redor dessa importante ferrovia.

Até hoje, a tradicional Maria Fumaça preserva parte dessa história e continua sendo um dos principais atrativos turísticos da cidade.


A colonização de Piratuba

A partir das primeiras décadas do século XX, diversas famílias descendentes de italianos, alemães e outros imigrantes europeus chegaram à região vindas principalmente do Rio Grande do Sul.

Esses colonizadores encontraram terras férteis, abundância de água e condições ideais para o desenvolvimento da agricultura e da pecuária.

Durante muitos anos, a economia local esteve baseada na produção agrícola, no cultivo de milho, feijão, trigo e na criação de animais.

As pequenas propriedades rurais moldaram a cultura da cidade, marcada pelo trabalho familiar, religiosidade e forte espírito comunitário.


A origem do nome Piratuba

 

O nome Piratuba tem origem na língua tupi-guarani.

É formado pela união das palavras:

O significado pode ser traduzido como:

“Lugar onde há muitos peixes.”

O nome faz referência à riqueza dos rios que cortam a região, especialmente o Rio do Peixe, um

 

 dos principais cursos d’água do Meio-Oeste Catarinense.

Curiosamente, décadas depois, a cidade também se tornaria conhecida por outra riqueza natural: suas águas termais.


A descoberta que mudou a história da cidade

Até a década de 1960, Piratuba era uma pequena cidade essencialmente agrícola.

Tudo mudou em 1964, quando a Petrobras realizou uma perfuração em busca de petróleo.

O petróleo nunca foi encontrado.

Mas, a aproximadamente 674 metros de profundidade, surgiu uma fonte de água termomineral sulfurosa com temperatura natural de 38,6°C.

Essa descoberta transformou completamente o futuro da cidade.

Anos mais tarde seria criado o Parque Termal de Piratuba, responsável por impulsionar o turismo e gerar desenvolvimento econômico para toda a região.

Hoje, milhares de visitantes escolhem Piratuba para descansar, relaxar e aproveitar suas famosas águas termais.

 


Piratuba atualmente

Nas últimas décadas, Piratuba consolidou-se como um dos principais destinos turísticos do Sul do Brasil.

A cidade oferece excelente infraestrutura para receber visitantes durante todo o ano.

Entre seus principais atrativos estão:

A combinação entre natureza, hospitalidade e qualidade de vida faz de Piratuba um destino ideal para casais, famílias e pessoas que buscam descanso.


Conheça também o Refúgio Entre Rios

Quem visita Piratuba encontra muito mais do que um parque termal.

A poucos quilômetros da cidade está localizado o Refúgio Entre Rios, em Lacerdópolis.

Nossa hospedagem permite que você aproveite o dia nas Termas de Piratuba e retorne para um ambiente cercado pela natureza, onde o silêncio, a tranquilidade e o conforto tornam sua viagem ainda mais especial.

Além da proximidade com Piratuba, o Refúgio oferece:

É a combinação perfeita entre lazer e descanso.


Curiosidades sobre Piratuba

A cidade nasceu por causa da ferrovia

O crescimento inicial de Piratuba aconteceu graças à construção da Estrada de Ferro São Paul

 

o – Rio Grande.

O nome significa “lugar com muitos peixes”

A origem indígena do nome faz referência à abundância de peixes encontrada na região.

As águas termais foram descobertas por acaso

A descoberta ocorreu durante uma perfuração realizada pela Petrobras em busca de petróleo.

Piratuba recebe visitantes durante todo o ano

As águas naturalmente aquecidas tornam o município um destino turístico para todas as estações.


Perguntas Frequentes (FAQ)

Onde fica Piratuba?

 

Piratuba está localizada no Meio-Oeste de Santa Catarina, às margens do Vale do Rio do Peixe, próxima aos municípios de Ipira, Capinzal, Ouro e Lacerdópolis.


Qual é a origem do nome Piratuba?

O nome vem do tupi-guarani e significa “lugar onde há muitos peixes”, em referência à riqueza dos rios da região.


Quando Piratuba começou a crescer?

O desenvolvimento iniciou com a chegada da ferrovia no início do século XX e ganhou grande impulso após a descoberta das águas termais em 1964.


O que tornou Piratuba famosa?

 

A cidade tornou-se conhecida nacionalmente pelas águas termais descobertas durante uma perfuração da Petrobras, que deram origem ao Parque Termal de Piratuba.


Vale a pena conhecer Piratuba durante uma hospedagem no Refúgio Entre Rios?

Sim. A curta distância entre Lacerdópolis e Piratuba permite que o visitante aproveite um dia nas Termas e retorne ao Refúgio Entre Rios para descansar em meio à natureza.


Descubra Piratuba e viva uma experiência completa no Meio-Oeste Catarinense

Conhecer Piratuba é muito mais do que visitar um parque de águas termais.

 

É descobrir uma cidade construída pelo trabalho de seus colonizadores, pela força da agricultura e por uma descoberta que mudou para sempre sua história.

Durante sua viagem, aproveite para conhecer também o Refúgio Entre Rios.

Aqui, você encontrará o equilíbrio perfeito entre turismo, natureza, gastronomia e descanso, vivendo experiências que permanecerão para sempre na memória.

Termas de piratubaA descoberta que mudou o destino de uma cidade

Hoje, quando milhares de turistas visitam Piratuba para relaxar em suas famosas águas termais, poucos imaginam que tudo começou por causa de uma busca que não tinha qualquer relação com turismo.

Na década de 1960, técnicos da Petrobras chegaram ao interior de Santa Catarina com um objetivo bastante diferente: encontrar petróleo.

O petróleo nunca apareceu.

Mas o que surgiu do subsolo mudaria para sempre a história da região.

Daquela perfuração nasceu uma das maiores riquezas naturais do Meio-Oeste Catarinense e um dos destinos turísticos mais importantes do Sul do Brasil.

E quem escolhe se hospedar no Refúgio Entre Rios, localizado em Lacerdópolis, está a poucos quilômetros dessa história fascinante.


A chegada da Petrobras ao Meio-Oeste Catarinense

Durante os anos 1960, o Brasil investia intensamente na busca por novas reservas de petróleo.

Na época, estudos geológicos apontavam que algumas regiões do Sul do país poderiam apresentar potencial petrolífero.

Foi então que equipes da Petrobras iniciaram perfurações em diversos municípios brasileiros, incluindo Piratuba, uma pequena cidade catarinense conhecida apenas pela agricultura e pela pecuária.

O que ninguém imaginava era que aquela missão revelaria um tesouro completamente diferente.


A perfuração que surpreendeu os geólogos

Em 1964, após meses de trabalho, a perfuração atingiu aproximadamente 674 metros de profundidade.

Em vez do esperado petróleo, começou a jorrar uma grande quantidade de água cristalina.

Mas ela possuía uma característica muito especial.

A água emergia naturalmente a aproximadamente 38,6°C, mantendo temperatura constante durante todo o ano.

Além disso, tratava-se de uma água termomineral sulfurosa, rica em minerais provenientes das formações geológicas profundas da região.

Embora a exploração de petróleo tenha sido encerrada naquele ponto, a descoberta rapidamente despertou o interesse de pesquisadores e autoridades locais.

Nascia ali uma oportunidade completamente nova para Piratuba.


Uma riqueza escondida por milhões de anos

As águas termais encontradas em Piratuba permaneceram protegidas nas camadas profundas da Terra durante milhões de anos.

Ao infiltrar-se lentamente pelas rochas, a água absorveu minerais naturais e foi aquecida pelo gradiente geotérmico existente no interior do planeta.

Esse longo processo geológico deu origem às águas termais que hoje atraem visitantes de todo o Brasil.

Sua temperatura agradável permite o uso durante todas as estações do ano, tornando Piratuba um destino turístico tanto no inverno quanto no verão.


O nascimento do turismo termal

Durante alguns anos após a descoberta, diversos estudos avaliaram o potencial daquela fonte natural.

Percebeu-se rapidamente que as águas poderiam representar uma oportunidade econômica muito maior do que qualquer exploração petrolífera.

Em março de 1975, foi criada a Companhia Hidromineral de Piratuba, responsável pela administração e pelo desenvolvimento da exploração das águas termais.

A partir desse momento começaram os investimentos na infraestrutura turística.

Piscinas, balneários, hotéis, restaurantes e novos empreendimentos passaram a transformar completamente a economia do município.

Piratuba deixava de ser uma pequena cidade agrícola para tornar-se um dos principais polos turísticos de Santa Catarina.


O crescimento que transformou Piratuba

Nas décadas seguintes, o turismo tornou-se o principal motor econômico da cidade.

Famílias inteiras passaram a visitar Piratuba em busca de descanso, lazer e qualidade de vida.

Novos hotéis foram construídos.

O comércio se fortaleceu.

A gastronomia regional ganhou destaque.

Eventos passaram a integrar o calendário turístico.

Hoje, milhares de visitantes chegam todos os anos para aproveitar as águas naturalmente aquecidas e conhecer a hospitalidade característica do interior catarinense.

O município tornou-se referência nacional em turismo termal.


Muito além das águas termais

Embora o Parque Termal seja o principal atrativo da cidade, quem visita Piratuba encontra muito mais do que piscinas aquecidas.

Entre os destaques estão:

É justamente essa diversidade que faz com que muitos visitantes permaneçam vários dias na região.


O Refúgio Entre Rios: o complemento perfeito para sua viagem

Localizado em Lacerdópolis, o Refúgio Entre Rios está a aproximadamente 35 quilômetros das Termas de Piratuba, permitindo que nossos hóspedes aproveitem o melhor dos dois mundos.

Durante o dia, é possível relaxar nas águas termais de Piratuba.

Ao final da tarde, retornar para um ambiente cercado pela natureza, onde o silêncio, o canto dos pássaros e o conforto de um chalé exclusivo proporcionam uma experiência completamente diferente.

Enquanto Piratuba oferece lazer e diversão, o Refúgio Entre Rios oferece tranquilidade, privacidade e conexão com a natureza.

É uma combinação perfeita para casais, famílias e todos que desejam conhecer o melhor do Meio-Oeste Catarinense.


Curiosidades sobre as Águas Termais de Piratuba

A água realmente foi encontrada por acaso?

Sim. A descoberta aconteceu durante uma perfuração realizada pela Petrobras em busca de petróleo.

Qual a temperatura da água?

A água emerge naturalmente a aproximadamente 38,6°C, mantendo temperatura agradável durante todo o ano.

A água é natural?

Sim. Toda a água provém de um aquífero profundo, rico em minerais naturais.

Por que ela é considerada termal?

Porque sua temperatura é superior à temperatura média do ambiente e resulta do aquecimento natural nas profundezas da Terra.

Quantos anos tem essa descoberta?

A descoberta ocorreu em 1964, transformando completamente a história econômica e turística de Piratuba.


Perguntas Frequentes (FAQ)

Como foram descobertas as águas termais de Piratuba?

As águas foram descobertas em 1964 durante uma perfuração realizada pela Petrobras em busca de petróleo. Em vez de petróleo, foi encontrada uma fonte de água termomineral sulfurosa a aproximadamente 674 metros de profundidade.

Qual é a temperatura das águas termais de Piratuba?

As águas emergem naturalmente com temperatura média de 38,6°C, permitindo seu uso durante todo o ano.

Quando surgiu o Parque Termal de Piratuba?

Após a descoberta das águas, foi criada, em março de 1975, a Companhia Hidromineral de Piratuba, responsável pelo desenvolvimento do complexo termal e pela expansão do turismo na cidade.

Qual a distância entre o Refúgio Entre Rios e as Termas de Piratuba?

O Refúgio Entre Rios está localizado a aproximadamente 35 quilômetros das Termas de Piratuba, um trajeto de cerca de 30 a 40 minutos de carro.

Vale a pena visitar Piratuba durante a hospedagem no Refúgio?

Sim. Muitos hóspedes aproveitam para passar o dia nas águas termais e retornam ao Refúgio Entre Rios para desfrutar de uma noite tranquila em meio à natureza, longe da movimentação urbana.


Descubra a região onde natureza, história e bem-estar se encontram

Conhecer as Termas de Piratuba é muito mais do que visitar um parque aquático. É descobrir como uma descoberta inesperada transformou uma pequena cidade do interior em um dos destinos turísticos mais importantes do Sul do Brasil.

E para tornar essa experiência ainda mais completa, hospede-se no Refúgio Entre Rios, em Lacerdópolis. Aqui, você encontrará o equilíbrio perfeito entre aventura, descanso e contato com a natureza.

Depois de um dia relaxando nas águas termais, permita-se viver o silêncio do campo, saborear um verdadeiro café colonial, caminhar pelas trilhas da propriedade e criar memórias inesquecíveis em um dos cenários mais acolhedores do Meio-Oeste Catarinense.

Descubra as Melhores Águas Termais do Meio-Oeste Catarinense

Hospedar-se no Refúgio Entre Rios, em Lacerdópolis, é estar no coração de uma das regiões mais ricas em turismo termal de Santa Catarina. Em um raio de poucos quilômetros, nossos hóspedes encontram alguns dos principais parques termais do sul do Brasil, ideais para relaxar, renovar as energias e aproveitar momentos de lazer em família ou a dois.

Se você procura uma experiência que combine natureza, conforto, tranquilidade e bem-estar, o Refúgio Entre Rios é o ponto de partida perfeito para explorar as águas termais da região.

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