Todos os anos, em 20 de setembro, a cultura e as tradições gaúchas ganham ainda mais destaque no Sul do Brasil. A data, conhecida como Dia do Gaúcho, relembra o início da Revolução Farroupilha, também chamada de Guerra dos Farrapos, um dos acontecimentos mais marcantes da história do Rio Grande do Sul.
Como começou a Revolução Farroupilha?
A Revolução Farroupilha começou em 20 de setembro de 1835, na então Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, durante o período regencial do Império brasileiro.
Entre as causas do movimento estavam insatisfações políticas e econômicas de setores da sociedade rio-grandense com o governo central. Um dos principais pontos de conflito envolvia a economia do charque, produto fundamental para a região. Os produtores locais enfrentavam dificuldades para competir com o charque vindo do Uruguai e da Argentina, enquanto reclamavam da política tributária adotada pelo Império.
Naquele 20 de setembro, forças revolucionárias ligadas a Bento Gonçalves da Silva avançaram sobre Porto Alegre. O episódio marcou o início de um conflito que se prolongaria por quase dez anos.
A República Rio-Grandense
A revolta ganhou novas proporções em 1836. Depois da vitória farroupilha na Batalha do Seival, Antônio de Souza Netto proclamou a República Rio-Grandense, também conhecida como República de Piratini.
A partir daquele momento, parte dos revolucionários passou a defender uma organização republicana separada do Império. Bento Gonçalves se tornaria uma das principais lideranças políticas e militares do movimento.
A guerra ultrapassou as fronteiras do atual Rio Grande do Sul. Em 1839, forças farroupilhas chegaram a Laguna, em Santa Catarina, onde, com a participação de nomes como Giuseppe Garibaldi e David Canabarro, foi proclamada a chamada República Juliana.
Esse episódio cria uma ligação histórica particularmente interessante entre a Revolução Farroupilha e Santa Catarina.
Uma história de coragem, mas também de contradições
Com o passar do tempo, a Revolução Farroupilha tornou-se um dos principais símbolos da identidade gaúcha. Entretanto, conhecer sua história significa também compreender suas complexidades.
O conflito envolveu proprietários rurais, militares, trabalhadores, mulheres, homens livres e pessoas negras escravizadas ou libertas. Entre os grupos que ganharam destaque estavam os Lanceiros Negros, combatentes fundamentais nas forças farroupilhas.
Pesquisas do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul mostram justamente a importância de ampliar a leitura tradicional da Revolução, incorporando a participação de negros, mulheres, soldados e da população comum.
Além disso, apesar da participação de pessoas negras nas tropas revolucionárias e de promessas de liberdade vinculadas ao serviço militar, a escravidão não foi formalmente abolida pela República Rio-Grandense. Esse aspecto mostra que a Revolução Farroupilha foi um processo histórico complexo, marcado tanto por ideais políticos quanto pelas profundas desigualdades da sociedade brasileira do século XIX.
Como terminou a Revolução Farroupilha?
Depois de quase uma década de combates, desgaste militar e negociações, a guerra caminhou para seu encerramento.
As tratativas envolveram lideranças farroupilhas e forças imperiais comandadas por Luís Alves de Lima e Silva, futuro Duque de Caxias. Em 1845, os entendimentos de paz encerraram o conflito e reintegraram os revolucionários à ordem imperial.
Terminava assim uma guerra iniciada em setembro de 1835 e que deixaria marcas profundas na história política, social e cultural do Sul do Brasil.
Por que comemoramos o Dia do Gaúcho em 20 de setembro?
O 20 de setembro tornou-se uma data de preservação da memória e das tradições gaúchas justamente por marcar o início da Revolução Farroupilha.
Atualmente, a data ultrapassa a lembrança dos acontecimentos militares. Ela também está associada à valorização da cultura gaúcha, do tradicionalismo, da música, da culinária, das danças, da vida no campo e dos costumes transmitidos entre gerações.
No Sul do Brasil, essas tradições ultrapassaram as fronteiras do Rio Grande do Sul.
As raízes gaúchas também chegaram ao Meio-Oeste Catarinense
A história de Santa Catarina possui forte relação com os movimentos populacionais vindos do Rio Grande do Sul.
Ao longo das gerações, famílias gaúchas chegaram a diferentes regiões catarinenses levando consigo costumes, formas de trabalhar a terra, gastronomia, religiosidade e tradições que contribuíram para a identidade das comunidades locais.
No Meio-Oeste de Santa Catarina, essa herança pode ser percebida em muitos hábitos que permanecem presentes na vida cotidiana: no chimarrão compartilhado, na culinária, nas festas comunitárias, no trabalho rural e na hospitalidade característica das famílias do interior.
No Refúgio Entre Rios, localizado em Lacerdópolis, valorizamos essa conexão com nossas raízes e com a história das pessoas que ajudaram a formar nossa região.
Celebrar o Dia do Gaúcho também é reconhecer essa herança.
É recordar a história sem deixar de compreender suas complexidades e, sobretudo, preservar aquilo que atravessou gerações: o respeito pela terra, a vida no campo, a hospitalidade e o orgulho de nossas raízes.

Se você está planejando uma viagem pelo Meio-Oeste de Santa Catarina e procura um roteiro em Lacerdópolis, prepare-se para encontrar um destino onde a experiência acontece em um ritmo diferente.
Em vez de grandes atrações e lugares movimentados, Lacerdópolis oferece paisagens rurais, pequenas propriedades, gastronomia colonial, pesca, vinhos, trilhas, história e contato com a natureza.
Por isso, uma das melhores formas de conhecer o município é justamente evitar a pressa.
Neste guia, preparamos duas sugestões: um roteiro de 1 dia em Lacerdópolis, para quem possui pouco tempo, e um roteiro de 2 dias, para quem deseja aproveitar a região com mais tranquilidade.
Os horários são apenas sugestões. Além disso, como alguns atrativos são propriedades familiares e empreendimentos rurais, recomendamos confirmar previamente horários, condições de visitação e necessidade de agendamento.
Antes de começar: conheça o Caminho Encantos de Lacerdópolis
Boa parte dos lugares apresentados neste roteiro está relacionada ao Caminho Encantos de Lacerdópolis, iniciativa que reúne experiências de turismo rural, gastronomia, pesca, cultura, história e natureza no município.
Entre os empreendimentos apresentados no lançamento oficial da rota estão Cantina Prando, Casa Colonial São Roque, Frigorífico D’Agostini – Casa do Torresmo, Hotel e Restaurante do Tinho, J&C Pesqueiro, Morro do Céu, Museu Memórias da Terra, Pesque Pague Cascata, Pesque Pague Pilati e Sítio Penso.
Antes de viajar, vale conhecer nossa matéria completa sobre o Caminho Encantos de Lacerdópolis. Assim, você poderá escolher as experiências que mais combinam com seu perfil.
Roteiro de 1 dia em Lacerdópolis
Se você dispõe de apenas um dia, não recomendamos tentar visitar todos os atrativos.
A melhor experiência será combinar natureza + cultura + gastronomia + contemplação.
8h30 – Comece o dia com tranquilidade
Se estiver hospedado no Refúgio Entre Rios, aproveite o começo da manhã sem pressa.
Um bom café da manhã, alguns minutos observando a natureza e uma caminhada curta são maneiras de começar o passeio no mesmo ritmo que caracteriza o interior.
A ideia é sair por volta das 9h para iniciar o roteiro.
9h00 – Sítio Penso
A primeira parada sugerida é o Sítio Penso.
O atrativo reúne elementos de natureza e memória rural, incluindo caminhada, cachoeira e espaços relacionados à história da propriedade.
Reserve aproximadamente 1h30 a 2 horas para a experiência.
Para quem gosta de fotografia, natureza e história, vale fazer a visita com calma.
Tempo sugerido: 9h às 11h.
11h15 – Cantina Prando
Depois da natureza, nossa sugestão é conhecer um pouco da tradição italiana presente na região.
Na Cantina Prando, uvas, vinhos e outros produtos derivados ajudam a contar parte dessa história.
Durante a época da uva, a experiência pode ganhar características diferentes devido à própria sazonalidade da produção.
Tempo sugerido: 11h15 às 12h.
12h15 – Hora de experimentar os sabores de Lacerdópolis
Para o almoço, existem diferentes possibilidades.
Quem deseja combinar alimentação e pesca pode verificar o funcionamento do Pesque Pague Cascata ou do Pesque Pague Pilati.
Outra alternativa é consultar restaurantes da cidade antes da viagem.
O mais importante é reservar pelo menos 1h30 para o almoço. Afinal, estamos falando de um roteiro pelo interior, onde a proposta é justamente desacelerar.
Tempo sugerido: 12h15 às 13h45.
14h00 – Museu Memórias da Terra
Depois do almoço, siga para uma experiência cultural.
O Museu Memórias da Terra preserva objetos e elementos relacionados ao cotidiano das famílias da região.
Ferramentas, utensílios e peças antigas ajudam a compreender como diferentes gerações viveram e trabalharam no interior.
É uma parada especialmente interessante para quem viaja com crianças e adolescentes, pois permite mostrar objetos que fizeram parte da rotina de seus avós e bisavós.
Tempo sugerido: 14h às 15h15.
15h30 – Produtos coloniais e sabores locais
Depois do museu, reserve um período para conhecer produtos da região.
A Casa Colonial São Roque é uma das possibilidades, com produtos relacionados à tradição gastronômica do interior.
Dependendo da disponibilidade e do agendamento, essa parada pode se transformar em uma experiência de café colonial.
Outra possibilidade é conhecer produtos relacionados ao Frigorífico D’Agostini – Casa do Torresmo, reforçando a conexão entre turismo e gastronomia regional.
Tempo sugerido: 15h30 às 16h30.
16h45 – Termine o passeio contemplando Lacerdópolis
Para encerrar o roteiro, nossa escolha é o Morro do Céu.
A proposta aqui muda completamente.
Não há necessidade de correr.
Caminhe, observe a paisagem e espere o final da tarde.
O portal turístico municipal apresenta o local como uma experiência ligada à contemplação e caminhadas, tornando-o especialmente interessante para finalizar o dia.
Tempo sugerido: 16h45 até próximo ao pôr do sol.
Depois, retorne para sua hospedagem e encerre o dia com tranquilidade.
Roteiro de 2 dias em Lacerdópolis
Se você puder permanecer dois dias em Lacerdópolis, a experiência fica ainda melhor.
Nesse caso, recomendamos separar os passeios por temas.
DIA 1 — História, cultura e gastronomia
O primeiro dia será dedicado a conhecer as pessoas, os sabores e algumas das histórias que ajudaram a formar Lacerdópolis.
9h00 – Museu Memórias da Terra
Comece pela história.
Visitar o museu logo no início ajuda a compreender melhor vários elementos que você encontrará posteriormente: agricultura, objetos antigos, costumes e o modo de vida das famílias do interior.
Tempo sugerido: 9h às 10h15.
10h30 – Cantina Prando
Depois, siga para a Cantina Prando.
A influência italiana está presente na formação histórica de Lacerdópolis, e a produção de uvas e vinhos representa uma maneira saborosa de conhecer essa herança.
Tempo sugerido: 10h30 às 11h45.
12h00 – Almoço
Reserve o período entre 12h e 14h para almoçar.
Para famílias, um estabelecimento que reúna alimentação e área de lazer pode ser particularmente interessante.
Já casais podem optar por uma experiência mais tranquila e prolongar o almoço antes do passeio da tarde.
14h00 – Casa Colonial São Roque
A próxima parada é dedicada aos sabores do interior.
Pães, bolos, bolachas e outros produtos coloniais ajudam a preservar receitas e tradições familiares.
Caso queira uma experiência específica, como café colonial, consulte previamente a necessidade de agendamento.
Tempo sugerido: 14h às 15h30.
15h45 – Produtos e gastronomia regional
Se houver disponibilidade, aproveite para conhecer outros produtos locais.
O Frigorífico D’Agostini – Casa do Torresmo representa outro lado da gastronomia regional, especialmente ligado à tradição da produção de derivados suínos.
Essa diversidade ajuda a mostrar que a gastronomia de Lacerdópolis vai muito além de uma refeição: ela também conta a história econômica e cultural das famílias.
17h00 – Morro do Céu
Encerre o primeiro dia no Morro do Céu.
Chegar antes do pôr do sol permite caminhar, observar a paisagem e escolher um bom lugar para simplesmente contemplar.
Para casais, essa talvez seja uma das paradas mais interessantes de todo o roteiro.
Depois disso, retorne ao Refúgio.
DIA 2 — Natureza, pesca e vida no interior
Depois de um primeiro dia voltado à história e à gastronomia, o segundo será dedicado principalmente ao contato com a natureza.
8h30 – Manhã no Refúgio
Não tenha pressa para sair.
Se estiver hospedado no Refúgio Entre Rios, aproveite a manhã para caminhar pela propriedade e observar o ambiente rural.
Depois do café, prepare-se para o passeio.
9h30 – Sítio Penso
Reserve uma parte maior da manhã para o Sítio Penso.
A combinação de trilha, natureza, cachoeira e memória rural faz dessa uma experiência que merece mais tempo.
Em um roteiro de dois dias, você não precisa olhar constantemente para o relógio.
Tempo sugerido: 9h30 às 11h45.
12h00 – Almoço e pesca
Aqui temos algumas alternativas.
O Pesque Pague Cascata pode combinar pesca e gastronomia, enquanto o Pesque Pague Pilati é outra possibilidade para famílias.
Já quem possui maior interesse especificamente pela pesca esportiva pode considerar o J&C Pesqueiro.
Como funcionamento e atividades podem variar, principalmente em estabelecimentos rurais, confirme diretamente com o local antes da visita.
Tempo sugerido: 12h às 15h.
15h30 – Escolha sua experiência
Agora, em vez de determinar mais uma parada obrigatória, recomendamos escolher de acordo com seu perfil.
Para famílias com crianças: prolongue a experiência em um pesque-pague ou procure atividades que ofereçam estrutura para os pequenos.
Para casais: faça uma visita gastronômica, conheça produtos locais ou simplesmente volte mais cedo para aproveitar a hospedagem.
Para quem gosta de pesca: dedique a tarde ao J&C Pesqueiro ou a outro espaço do roteiro.
Para quem procura natureza: retorne com calma pelas estradas rurais, fazendo da própria paisagem parte do passeio.
Essa flexibilidade é importante porque um roteiro de viagem deve orientar — e não transformar férias em uma agenda de compromissos.
17h00 – Volte para o Refúgio e continue a experiência
Existe uma razão para sugerirmos o retorno antes de anoitecer.
O passeio não precisa terminar quando você volta para a hospedagem.
No Refúgio Entre Rios, o hóspede ainda pode aproveitar o lago, caminhar pela propriedade, descansar no chalé ou simplesmente observar o final da tarde.
A proposta é fazer com que a hospedagem também seja parte do roteiro.
Qual roteiro escolher?
Se você tem apenas um dia, priorize:
Sítio Penso → Cantina Prando → almoço → Museu Memórias da Terra → produtos coloniais → Morro do Céu.
Essa combinação proporciona uma visão bastante completa de Lacerdópolis.
Se você possui dois dias, recomendamos:
Dia 1: Museu → Cantina → gastronomia → produtos coloniais → Morro do Céu.
Dia 2: Sítio Penso → almoço → pesca → natureza → Refúgio Entre Rios.
Assim, os deslocamentos deixam de ser o centro da programação e você ganha mais tempo para aproveitar cada experiência.
Roteiro para casal em Lacerdópolis
Para uma viagem a dois, priorize experiências mais tranquilas.
Cantina Prando, gastronomia colonial, paisagens rurais e Morro do Céu formam uma excelente combinação.
Depois, reserve parte do dia para simplesmente aproveitar a hospedagem.
Um roteiro romântico não precisa ter muitas atrações. Frequentemente, ter tempo disponível é justamente o que torna a experiência especial.
Roteiro para famílias com crianças
Para famílias, recomendamos alternar atividades culturais com experiências mais dinâmicas.
Museu Memórias da Terra, Sítio Penso e os espaços relacionados à pesca podem proporcionar essa variedade.
Além disso, permitir que as crianças tenham contato com a natureza, pequenos animais, água, agricultura e pesca pode transformar a viagem em uma experiência educativa.
Roteiro para quem gosta de gastronomia
Se comida e produtos regionais são prioridade, organize sua programação em torno da Cantina Prando, Casa Colonial São Roque, produtos artesanais e estabelecimentos gastronômicos locais.
Aproveite também para comprar produtos e levar um pouco dos sabores de Lacerdópolis para casa.
Roteiro para quem procura natureza e tranquilidade
Nesse caso, faça menos.
Sítio Penso pela manhã, almoço tranquilo e Morro do Céu no final da tarde já podem preencher um excelente dia.
Complete a experiência com tempo no Refúgio Entre Rios, caminhada e contato com a natureza.
Essa talvez seja a melhor forma de compreender a proposta turística de Lacerdópolis.
Quanto tempo leva para conhecer Lacerdópolis?
É possível conhecer alguns dos principais atrativos em um dia.
Entretanto, recomendamos permanecer pelo menos duas noites na região para aproveitar os passeios sem transformar a viagem em uma sequência de deslocamentos.
Além disso, uma estadia maior permite incluir destinos próximos, como Ouro, Capinzal, Piratuba e Treze Tílias, dependendo da programação.
Preciso reservar os passeios antecipadamente?
Recomendamos entrar em contato previamente com os estabelecimentos.
Boa parte das experiências está ligada a propriedades familiares, pequenos produtores e empreendimentos rurais. Portanto, horários podem variar e algumas atividades podem exigir agendamento.
Essa confirmação é especialmente importante para cafés, refeições, visitas guiadas e experiências realizadas fora dos horários convencionais.
Onde se hospedar para conhecer Lacerdópolis?
Uma possibilidade é transformar a própria hospedagem em parte da viagem.
O Refúgio Entre Rios, localizado na área rural de Lacerdópolis, permite combinar os passeios pelo município com uma experiência de contato com a natureza.
No Refúgio, o hóspede encontra possibilidades como caminhada pela mata, pesca no lago, banho de riacho no verão e momentos de contemplação e descanso.
Além disso, por estar no interior, a hospedagem combina naturalmente com a proposta do roteiro.
Você sai para descobrir Lacerdópolis durante o dia e retorna para a tranquilidade do campo no final da tarde.
Perguntas frequentes sobre roteiro em Lacerdópolis
O que conhecer em Lacerdópolis em um dia?
Para uma primeira visita, recomendamos combinar Sítio Penso, Cantina Prando, Museu Memórias da Terra, gastronomia colonial e Morro do Céu.
Dois dias são suficientes para conhecer Lacerdópolis?
Sim. Dois dias permitem dividir os passeios entre cultura e gastronomia no primeiro dia e natureza e pesca no segundo, deixando a programação mais tranquila.
Lacerdópolis é um bom destino para casais?
Sim. Turismo rural, vinhos, gastronomia, natureza, paisagens e hospedagens no interior tornam a região interessante para viagens a dois.
O que fazer em Lacerdópolis com crianças?
Famílias podem combinar natureza, pesca, museus, propriedades rurais e experiências gastronômicas. Verifique previamente as condições de cada atrativo para crianças.
Qual é a melhor época para conhecer Lacerdópolis?
O município pode ser visitado durante todo o ano. Entretanto, cada estação oferece experiências diferentes. No verão, atividades ao ar livre ganham destaque; períodos de produção da uva podem valorizar as experiências ligadas às cantinas; e os meses mais frios combinam especialmente com gastronomia e hospedagens rurais.
Mais do que cumprir um roteiro, viva Lacerdópolis
Um bom roteiro em Lacerdópolis não deve ser medido pela quantidade de lugares visitados.
Ele deve ser medido pelas experiências que você leva para casa.
Talvez seja o sabor de um produto colonial.
Uma conversa com uma família que vive no interior.
Uma fotografia do pôr do sol.
Uma criança segurando uma vara de pesca pela primeira vez.
O som da água durante uma caminhada.
Ou simplesmente algumas horas sem notificações, trânsito e compromissos.
Lacerdópolis convida justamente a isso: diminuir o ritmo para perceber melhor cada lugar.
Por isso, escolha seu roteiro, organize sua viagem e deixe também alguns espaços vazios na programação.
Às vezes, são justamente esses momentos que se transformam nas melhores lembranças.
